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Archive for the 'Ética' Category



Canalha quer escravizar todos

Os canalhas do Estado não ficam parados em buscar cada vez mais um jeito novo de explorar você. Agora um dos vagabundos quer escravizar diretamente não apenas uma parte, mas qualquer indivíduo que atinga 18 anos de idade.

Mangabeira quer obrigar jovens a prestar serviço social

BRASÍLIA - O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, defendeu nesta terça-feira que os jovens de 18 anos que forem dispensados do serviço militar obrigatório sejam enviados ao interior do país, para serem aproveitados no serviço social obrigatório. A idéia faz parte do Plano Nacional de Defesa, elaborado por Mangabeira e pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim. Se o jovem dispensado do alistamento militar estiver fazendo curso superior, ele seria encaminhado para algum trabalho em sua área de atuação.

- O jovem que está iniciando uma formação universitária vai trabalhar de acordo com seu ramo. Por exemplo, um arquiteto vai ajudar a construir casas populares. Um engenheiro vai ajudar a fazer saneamento básico. Se não tiver o terceiro grau, vai receber a educação complementar para poder engajar-se - explicou Mangabeira.

Por exemplo, um arquiteto vai ajudar a construir casas populares. Um engenheiro vai ajudar a fazer saneamento básico.

Esse jovem seria capacitado militarmente para compor uma “força de reserva mobilizável”, a ser utilizado em casos de necessidade. Mangabeira espera que, dessa forma, o adolescente conheça melhor a realidade de seu país, conviva com seus problemas e trabalhe com pessoas de classes sociais diferentes.

Segundo ele, nesse sistema, até as mulheres seriam obrigadas a servir. Para o professor Gilberto Garcia, presidente do Conselho de Reitores das Universidades, a idéia é boa, mas há uma preocupação sobre os custos envolvidos na proposta.

- Se (esses serviços) pudessem se casar com os programas sociais que as universidade já têm seria ótimo, porque baixaria os custos para o governo e para as universidades - sugeriu.

Publicada em 16/09/2008 às 23h00m
Catarina Alencastro - O Globo

O que eles não tramam para implementar a URSAL? O único grande problema para eles deve ser escolher qual filho da puta será o ditador!

Imprimindo dinheiro que não existe


No princípio, havia a permuta (escambo).

O padeiro e o agricultor estavam satisfeitos com suas trocas. Mas como levar o trigo para a padaria? O padeiro precisava de uma roda. Mas o artesão só queria um pãozinho por dia.

O artesão não queria armazenar pães em casa. E o padeiro estava querendo mais trigo, não girassol.

http://en.wikipedia.org/wiki/Image:I_india_ujjain_4634v_o.jpgAlguém teve uma idéia… Usar algo muito valorizado por muitos como forma de facilitar o escambo, e é claro: que seja prático de carregar de um lado para o outro e de se estocar. Rum, ouro, prata…

Estava criada a moeda, no princípio cunhada com metais nobres.

Com ela as pessoas poderiam abstrair desejos. O agricultor não mais precisava convencer o padeiro de aceitar pão. E o alfaiate finalmente conseguia comprar pão, não mais só carvão.

Mas logo apareceram as falsificações.

Feitas pelos próprios emissores. Misturavam impurezas ao metal nobre. Assim eles podiam as trocar por mais bens de consumo. Entregando menos valor em troca do que alegava. Ou seja: furtando.

Ou seja, apareceu aí uma galinha dos ovos dourados para a entidade criminosa que fosse o pipoco do momento pois é claro que não adiantaria fazer isso sem uma salvaguarda: o monopólio da moeda. E quem senão o manda-chuva da coerção para sustentar um monopólio?

Os senhores feudais, por exemplo, costumavam impedir negociações em outra moeda senão as de seu feudo.

Hoje os Estados continuam com a idéia, a fim de garantir os ovos dourados: na maior parte deles não se pode usar outra moeda senão a oficial.

http://en.wikipedia.org/wiki/Image:EUR_1_(2007_issue).png

Além da moeda, surgiu também o papel-moeda: um vale garantindo ao portador o recebimento do seu valor de face: alguma mercadoria, metal ou outra moeda.

Moedas também começaram a ser feitas com metais menos nobres, passando a possuir um valor de face, ao invés de um valor de cunho.

Ou seja: um valor representativo que, por razão óbvia, é maior do que o intrínsico ao material usado na mesma.

Um “bom” motivo para isso? Enquanto simplesmente “não dá” para produzir moedas novas com mais impurezas ainda e comprar gato pagando lebre cada vez mais e mais sem causar revolta grave na sociedade, é plenamente possível se fazer isso com o papel-moeda: basta imprimir uma quantidade superior de papel-moeda àquela reserva de metais (ou outro material de entrega garantida ao portador do vale) que existe. Ou seja: a causa, a única causa de inflação monetária.

Aproveite e esse é o momento para se esquecer tudo de inflação monetária que você já ouviu falar na televisão. Inflação monetária é um fenômeno causado exclusivamente pelo aumento da quantidade de papel-moeda representando recursos que, em verdade, não existem.

Aumento de preços não quer dizer necessariamente uma inflação. São coisas 100% diferentes. E o pior é que nem mesmo os desonestos (leia-se: políticos) costumam saber o que é realmente a inflação — e não é.

http://library.thinkquest.org/05aug/01401/ThinkQuestFiles/AMERICAS.htm
Tão verdinho… Mas não dá para confiar. Que pena.

Será que se todos com esses vales fossem buscar o ouro conseguiriam?

Não mesmo. E note que não pode-se chamar isso de over-selling honesto. Mas puro furto, antecipado de coerção por causa do monopólio.

A malícia não acaba aí. Há ouro circulando livremente como moeda no mercado.

Precisa-se retirá-los, usando-se de absurdos como a lei. O desejo por recursos pelo homem é ilimitado: não importa quanto tenha, quer mais. Nada de errado nisso. Mas com ladrões não deixa ser diferente: os Estados querem mais e mais. E essa é uma conquista bem mais prática do que realizar guerras.

Simplesmente imprimir dinheiro que não existe não é o bastante. Há também de seqüestrar recursos.

E assim esses terroristas, em tempos bem diferentes, fazem coisas como criar pena de extradição à Angola por 3 a cinco anos, com apreensão das moedas de ouro em circulação para quem circulasse com as mesmas (Brasil) e também pena de fiança de até 10 mil dólares e um máximo de 10 anos de prisão para quem manter mais de $100 dólares em moedas de ouros, ao invés de papel-moeda (Estados Unidos).

E assim foi criado um mecanismo muito poderoso para se criar a inflação monetária. Se acha pouco, eles ainda contaram com a ajuda de John Maynard Keynes, criador de uma teoria de economia bizarra que diz que fiat money é melhor, que o papai Estado deve salvar companhias falidas, que o dinheiro que saí do mercado e vai para o Estado volta para o mercado sem prejudicá-lo, entre muitas outras bobagens pseudo-científicas do nível daquelas defesas de que a Terra é plana.

Não entre em desespero, mas saiba: esse foi o cara que mais inspirou o mainstream da economia hoje.

Fud. o quê? Fiat money (moeda fiduciária). Era a desculpa que faltava. É basicamente uma doutrina religiosa que acredita que o padrão ouro é coisa do passado e que o segredo para o sucesso é imprimir dinheiro que não existe. É bem fácil falar isso quando se tem o monopólio da emissão de moeda e já gosta de imprimir papel-moeda de dinheiro que não existe, não?

From g1.com
Lá no Zimbábue todo mundo é bi ou trilionário, pobre só de espírito!

Lembra da inflação monetária do Zimbábue? Subiu mais um pouquinho!

Simplesmente mais uma desculpa perfeita para imprimir ainda mais dinheiro que não existe, só que com a consciência tranqüila! Qualquer coisa é só lembrar aos economistas doutrinados pela escola neo-clássica que Keynes disse blá-blá-blá padrão ouro é coisa do passado, porque blá-blá-blá e eles irão prontamente à TV falar usando palavras difíceis dizendo…

http://en.wikipedia.org/wiki/Image:1_Zimbabwe_Dollar_2008.jpg
“Combatendo a inflação” de módicos 11,268,758.9% imprimindo mais grana!

Que a inflação monetária será combatida imprimindo uma nova moeda que vai cortar alguns zeros! Lembra do conceito de inflação, que eu mostrei? Então… É dose, heim!?

E você acha que inflação assim só acontece em Repúblicas de Bananas africanas? Não mesmo. Acontece no mundo inteiro. Pode-se até não perceber se for pequena, mas acontece e é prejudicial: é furto, jamais se esqueça disso.

Note ainda que os preços não têm a ver apenas com isso. Então o fato de preços baixarem não quer dizer que a inflação não está acontecendo e vice-versa. Simplesmente a tecnologia torna as coisas mais baratas, há descobertas, etc. Assim como os preços podem aumentar por conta de fatores não relacionados à inflação também, apesar de quase sempre relacionado a outras sacanagens estatais (guerras, por exemplo).

Quais moedas hoje usam o padrão-ouro? Apenas meia-dúzia de privadas que vivem no submundo da ilegalidade e não são usadas na prática, oras!


Fiat money é dinheiro que não existe: vale menos do que o do Jogo Imobiliário!

Não se gera riqueza imprimindo dinheiro. Se gera riqueza, gerando riqueza. Pasmem! Imprimir dinheiro que não existe apenas redistribui riqueza de seus verdadeiros donos para criminosos. Inflação não gera riqueza para a sociedade, quem pensa o contrário deve procurar tratamento psiquiátrico ou pular de uma ponte.

E isso acabou? Que nada… Você acha mesmo que os Estados iriam deixar esse potencial monopólio com ganhos possíveis de inúmeras formas de lado? Oras, claro que eles fazem a festa e quem paga é você (se não for um parasita público, claro)…

Infelizmente a sociedade ainda não chegou a um ponto de não mais aceitar essa coerção. Mas eu acredito que até a 2050 revoltas quanto a isso aparecerão e, sob pressão, eles terão que ceder.

Note ainda que isso é uma questão similar a quem nasceu primeiro: o ovo ou a galinha. Quero dizer que uma vez sem essa possibilidade de fraudar riqueza, o Estado terá tudo para perder muito poder. E bem mais do que se deixasse de arcar dinheiro roubado com impostos.

Quem não acredita que uma revolta por conta disso pode acontecer deveria pensar duas vezes antes: quem gosta de ser roubado? Fiat money não trás nenhum benefício para a sociedade, só malefícios. Logo, é de se esperar que cada vez mais seja algo insustentável de se impôr.


Papel-moeda hiperinflacionado: mais exotérmico do que a lenha!

Mas se você morar nos trópicos, talvez precise de um apelo à criatividade… Inovar o mercado da moda, quem sabe até Armani não lhe contrata…


Monopoly dress

Pense no lado bom: não vai faltar papel para escrever, poderão ser feitas partidas de Banco Imobiliário a nível nacional e você pode ser muito mais do que um mero bilionário!

Precisa desenhar?

Coitado indo comprar 3 pãezinhos no Zimbábue a um tempo atrás… E se lembra: agora está pior, só tem menos papel-moeda pra carregar, mas está pior.

À propósito: o maior valor de face de um papel-moeda em circulação causado por uma hiper-inflação não foi o de 100 bilhões no Zimbábue, pelo que eu achei foi de 100 quintilhões de pengő, na Hungria. Também teve uma outra de valor 10 vezes maior do que a anterior (ou seja: 1021 pengö: 1000000000000000000000 pengözinhos!), mas não foi colocada em circulação. Claro, esses disfarçaram bem… Quem já viu pôr tanto zero em uma nota… O máximo que colocaram foi o mesmo que a do 100 bilhões no Zimbábue, só que com um cinco, ao invés de um zero: 500 bilhões de dinars. Isso, na Iugoslávia.

Bem, no século XIX um escravo em Pernambuco tinha preço perto de 10 mil réis (ou reais antigos). Um real novo equivale a aproximadamente 2.750.000.000.000.000.000 réis. Ou seja: nem sequer um centavo seria o preço de um escravo hoje, considerando apenas a inflação monetária. Ou seja: nós, escravizados pelos Estados no dia-a-dia de inúmeras formas, que vão de impostos, inflação, proibição de atuarmos livremente em setores como transporte urbano e até serviço militar obrigatório, não valemos nada. Álias, claro que valemos: senão eles nos dariam cartas de alforria!

Leia também:

Embusteiros da vida

Época de renovar inevitavelmente o status quo de centenas de anos de atraso. É a hora dos políticos atuais alimentarem os brasileirinhos novamente com promessas, depois de terem os explorados por quatro anos. E de novos candidatos a parasitas públicos (esses parasitas, por eleição) prometerem novos milagres velhos.

Gravelings: os políticos brasileirosPolíticos brasileiros atrás de novas vítimas

Uns deles preferem denunciar os males que o neoliberalismo (sic) causou ao país em 500 anos de história. Outros, anunciar programas de governo populista. Outros, se vestem de bons altruístas. Em comum os embusteiros têm o parasitismo público como objetivo de vida. E para alcançar, nada é poupado: nem a vida, a alheia.

Alguns se dizem sensibilizados com tantos morrendo em fila de espera por transplante de órgãos ou ainda pelo baixo estoque nos bancos de sangue, inviabilizando procedimentos cirúrgicos na data marcada, quando não fazendo a Dona Morte buscar bem mais cedo pessoas quase saudáveis.

E aí se metem a fazer propagandas pró-doação de órgàos, tecidos e sangue. Muito convenientemente, pertinho de quando vai precisar de uma mãozinha dos animais estatizados para se fixar por mais quatro anos no parasitismo público.

Isso seria mero detalhe, vindo de nossos embusteiros do altruísmo. Se não fossem eles mesmos os responsáveis pela priorização da escassez de tais bens, ao fatalmente restringir o livre comércio dos mesmos.

Como populistas que são alegam que os pobres não teriam vez se órgãos pudessem ser vendidos, que esquadrões da morte passariam a agir, que pessoas cometeriam suicídio e assassinatos de parentes para auxiliar a família. Além de apelarem para os mais variados sentimentos que condenam um mercado desses.

E com isso são aplaudidos pela platéia de seus currais eleitorais. Eles não se importam se isso constituí uma agressão à propriedade privada mais importante que um ser humano pode ter: o próprio corpo.

Nada de se espantar em um país onde a propriedade privada é vista como um roubo, a não ser as de visionários como o Lulinha da Silva, trabalhador de zoólogico que ficou milionário da noite para o dia com negócios obscuros, mas que ninguém questiona. Afinal, vivemos em um país onde toda propriedade privada é vista como passível de violação sem questionamentos em nome de coisas folclóricas como uma tal segurança nacional por qualquer agente estatal. Na verdade, nesse país há um amor incrível por autoritarismo. E de preferência, sem mandato.

Enquanto isso vemos pessoas morrendo ou tendo a saúde deteriorada diariamente por falta de órgãos, tecido ou sangue para suprir suas necessidades fisiológicas; pessoas morrendo nas mãos de traficantes de órgãos inescrupolosos ou que não possuem condições para atender a pessoa devidamente e por aí vai. Enquanto isso, órgãos bons continuam sendo enterrados. Nada mal para uma sociedade onde o Estado é dono das pessoas e protege até assassinos de quem sequer nasceu.

Para quem questiona a validade de se vender órgãos, tecidos e sangue humano eu pergunto: quem você prefere que seja dono do seu próprio corpo? Você ou o Estado? Qual a próxima, transformar em obrigatória a doação (sic) involuntária de órgãos?

Quer dizer que, em nome de um sobrenatural coletivo, é melhor que uma família tenha que custear o enterro de um ente quando poderia evitar pelo menos isso, através da venda de algum órgão? Ah, sem falar no indivíduo que outrora poderia continuar vivo, agora vai morrer pela falta do mesmo. Ou continuar a existir, mas não a viver no sentido mais interessante da palavra, tendo que se submeter a horas e horas de hemodiálise toda semana, com a vida por um fio.

Enquanto isso, parasitas estatais vivem felizes e tranqüilos, pois podem comprar sem dificuldades uma posição na fila de transplante no mercado negro e continuarem a receber mais votos com o populismo da morte.

Funai quer vetar filme sobre infanticídio indígena

Por Leonel Rocha,
do Correio Braziliense

Brasília - A Fundação Nacional do Índio (Funai) estuda qual instrumento jurídico vai utilizar para impedir, na Justiça, a divulgação do filme Hakani pela Internet e emissoras de televisão brasileiras. Com 36 munutos de duração, o misto de documentário e drama conta a história de duas crianças indígenas enterradas vivas por terem nascido com deficiências físicas e faz parte da campanha contra o infanticídio nas tribos da Amazônia. O ritual ainda é praticado por várias tribos, inclusive os Suruwaha, etinia que vive às margens do Rio Purus, no Amazonas, onde a história do filme se passa. Era nessa aldeia que vivia a menina Hakani. “A Funai está tomando providências para que o vídeo seja retirado do site YouTube, pois entende que o conteúdo denigre a imagem das mais de 220 etnias que vivem no Brasil”, diz a nota da instituição.
Hakani é o nome da menina que nasceu com hipertiroidismo e, por não ter o desenvolvimento físico esperado pela tribo, foi enterrada viva, mas salva pelo irmão mais velho. Depois de abandonada pela família, a criança foi adotada pelo casal de lingüistas Marcia e Edson Suzuki. A menina, atualmente com 13 anos, vive e estuda em Brasília. Com versões em português e em inglês, o filme relata com pequenas adaptações, a história de Hakani e pode ser assistido no site www.hakani.org, criado para ser a principal peça da campanha contra o infanticídio entre indígenas. A história da pequena índia foi revelada pelo Correio/Diário no ano passado.

A Funai considerou “escusa” a origem do filme e teme a generalização inadequada de uma tradição indígena. A fundação admite acionar a Polícia Federal para investigar a legalidade da realização do trabalho. Encarregada pela tutela dos indígenas brasileiros, a direção da entidade entende que a questão abordada pelo vídeo precisa ser tratada em uma ampla discussão sobre os direitos humanos universais e a relatividade cultural deles, envolvendo governo, organizações indígenas e a sociedade em geral.
A Funai conhece a prática, mas garante que não é comum a todas as etinias e, mesmo entre as que ainda a adotam, já há alternativas de adoção das crianças doentes por outras famílias para evitar as mortes.
Com cenas consideradas exageradamente fortes e até criminosas por antropólogos, o filme foi produzido pela organização não-governamental (ONG) Atini — palavra que significa voz pela vida — e financiado pela instituição evangélica Jovens com um ideal (Jocum), que tem sede nos Estados Unidos e vários escritórios no Brasil. A instituição se especializou na evangelização dos índios e no resgate de crianças marcadas para morrer nas tribos por serem portadores de necessidades especiais.

Mercio vê crime na encenação
Brasília — O ex-presidente da Funai Mercio Pereira Gomes pediu a interferência da PF, do Ministério da Justiça e até do Supremo Tribunal Federal para impedir a divulgação do filme. “A encenação é criminosa. Os autores têm que ser processados e os demais responsáveis punidos rigorosamente”, protestou Mercio.

Além das cenas na suposta aldeia Suruwaba, o documentário mostra depoimentos do juiz Renato Mimessi, de Rondônia, defendendo a campanha. Também aparece nas cenas o deputado Francisco Praciano(PT-AM) a declarar, durante sessão da Comissão de Direitas Humanos, que a Constituição brasileira não foi feita para índios.
Com produção digna dos grandes filmes de ficção e dirigido pelo cineasta norte-americano David Cunningham (A última das guerras), o documentário informa que se trata de uma história verídica”. Foi rodado em janeiro em uma fazenda da Jocum, nos arredores de Porto Velho (RO), com a participação de índios de várias etinias que vivem fora das aldeias e trabalharam como atores. Para filmar o enterro das crianças ainda vivas, a produção utilizou um imenso bolo de chocolate para simular a cova. Com roteiro de Kevin Miller, e narração em português da atriz Irene Ravache, o trabalho teve co-produção do brasileiro Enock Freitas e os cineastas aceitaram trabalhar no filme como voluntários.
Os índios que atuaram no filme receberam cachês, mesmo sendo amadores. “O direito à vida é mais importante que o direito de preservar as tradições. Todas as culturas evoluem e precisamos superar essa prática terrível”, comentou o índio Eli Ticuna. No final do filme, a menina aparece contando como está a vida dela hoje, já tratada da doença.

Fonte: Diário de Pernambuco, Sábado, 5 de Julho de 2008. n. 187

Relatividade cultural é o cacete. Em primeiro lugar, ética deve estar acima de tudo e não existe merda de ética relativa de acordo com a cultura, ética é algo absoluto, que vale para todos. O que existe é uma diferente valorização da ética por diferentes culturas tanto em termos qualitativos quanto quantitativos, mas sem interferir no que a propriedade é.

Teste de honestidade dos brasileiros

É incrível o nível de esquerdice (parâmetro de medida de falta de honestidade) dos brasileiros!

<a href="http://youtube.com/watch?v=Z72b_xdxDD8">http://youtube.com/watch?v=Z72b_xdxDD8</a>
Teste de honestidade dos brasileiros - CQC