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a:visited privacy concern: your web history exposed

I was thinking if I should use a:visited with another color than the one in a:link thinking about the privacy of my users. After a few moments I decided to go without it. Yes, it can be a very nice feature, but I think it’s not very-very useful and can pose as a threat for some individuals. Well, of course the people who has access to their computers can check the history. But first, they have to think about it. It doesn’t happen for you to be browsing some web site and check to see if the links on it were accessed by you sometime in the past. So it’s like a social risk, rather than a computer one. Still, it’s one thing that web designers should consider.

For instance, I’m not saying to stay away from it. You should think about the benefits. For instance, if you are designing an intranet notes delivery system it may be important to be assured that the users of this system read the messages. So you better use it whatsoever. It’ll not make much difference if someone sees in someone’s else computer that he/she has opened it (unless it’s an angry manager who sent the memo).

But then let’s go to a public computer on a library. Surely you don’t want to tell others what the past users were looking when they browsed (actually this privacy thing should be at the client side but we know it is not how it works in the real world).

So it’s a minor security issue only affecting the client side, right? No.

Here comes the scripting languages such as JavaScript to complicate things and expose our privacy to everyone. Now you should think one thing: when this CSS element was written it’s almost certainly that no one thought that one day this could pose as a security threat. Indeed, it is one.

Let’s see cookies, for instance. They are limited to a domain name or sub-domains. But this is not what happens with the a:visited information. If you are in this web browser and I put a link to the english Wikipedia and you have accessed it once, if I’m using the a:visited with a different information such as color than a:link (that means unvisited) you will know that you’ve visited it before just by looking at it. But not only you. If I use a simple JavaScript on my page I can know this also.

And yes, this is something that affects most web browsers.

Now you can think this can’t be so dangerous. Well, indeed it:

  • I can see what you’ve been doing
  • I can see how you interact with the external links in my website
  • I can see if you accessed you bank account recently
  • I can put (thinking about something like session fixation, but with links) poison on your food and discover if you eat it
  • Given enough power & time I can discover links you accessed

The later is very resource consuming. But a dictionary attack and a vicious (bad entropy) authentication URL generator (OAuth, anyone?) or something like that and you’re done… Okay, this seems too much Doom’s day, but it’s possible.

The solution? Right now there is none. You could turn off JavaScript, but you’re not going to do that. Believe me. Or you could use the privacy mode of your browser (and I don’t know if it is good for avoiding it all, but my guess: not, I think it can show the other pages you’ve left open).

There are some legit uses for this, but I’d not promote them because in my opinion are not worth the cost and can’t survive for long.

See also startpanic.com and :visited links privacy issue.

Olavo Rocha

Olavo Rocha
Uma semana que eu tinha voltado para o Brasil após ter feito um curso em filmografia e alguém me apresenta a uns filmes de qualidade impressionante, não por conta de efeitos especiais surpreendentes, mas por ter roteiros geniais desmitificando a economia e defendendo a liberdade.

Imediatamente procurei saber quem produzia aqueles vídeos. Encontrei um Olavo Rocha, do Rio de Janeiro, bem disposto a conversar e trocar idéias.

O primeiro e-mail que ele me enviou após já termos trocado alguma informação pelo Orkut foi um bom exemplo disso. Abaixo, parte dele.

from Henrique Vicente de Oliveira Pinto
to Olavo Rocha
date Wed, Feb 18, 2009 at 2:57 PM
subject sobre os videos

Kamarada,
como voce se atreve a fazer videos tao reacionarios?

from Olavo Rocha
to Henrique Vicente de Oliveira Pinto
date Wed, Feb 18, 2009 at 3:53 PM

Grande!

Vou me atrever até que não possa mais. Como disse o outro (Mises), “Quem quiser permanecer livre deve combater até a morte aqueles que pretendem privá-lo de sua liberdade.”

A origem dos vídeos é meu rompante pseudo-artísitco que nasceu em agosto de 2006. Estava com a mão direita (e sou destro) imobilizada e não tinha nada pra fazer em casa. Foi quando entrei em contato com o Windows Movie Maker para fazer o “comercial” de umas miniaturas de carrinhos 1/18 do meu irmão (que as vendia no mercado livre). Gostei dessa coisa de edição e baixei o Premiere. Daí para o blockbuster “Crianças que não gostam de orelhas de abano” foi um passo. Tempos depois percebi que seria meu canal para espalhar a palavra da liberdade e aí vieram os filmes libertários.

Eu sou economista recém-formado e a bagagem teórica que tenho é um livro de cinematografia (the five c’s of cinematography) e um do Walter Murch (In the blink of an eye). Então não sou exatamente alguém erudito na sétima arte.

Depois disso, passou um tempo e fiquei muito feliz um dia em que ele compartilhou comigo o desejo de filmar O Segredo de Karl [Marx] e me pediu opinião sobre o roteiro. Outro dia ele me contou que preprava um filme para ser produzido entre Outubro e Novembro, me convidando a participar. Infelizmente esse, que sem dúvidas seria o melhor filme dele, não pode mais se tornar realidade, pelo menos não pelas mãos dele. Não vou entrar em mais detalhes pois desejo que outros possam dar continuidade a Fonft (e assim não quero estragar a surpresa) e realizar esse projeto pela produtora que não cederá ao mal. Com certeza ele gostaria.

Aqui vai um pouco sobre o trabalho que ele realizou.

Olavo Rocha, em 2001 aos 13 anos deu o pontapé inicial no que veio a se tornar a Fonft Filmes. Como o legado de sua vida ele nos deixa os curtas que produziu, dirigiu e atuou usando o selo Fonft com a seguinte missão:

Através de sua principal subsidiária, Fonft Filmes, as organizações Fonft têm como missão única a propagação da palavra da liberdade. Cada filme aqui feito deverá carregar a defesa da propriedade privada, do respeito às liberdades individuais e da destruição de qualquer forma de coletivismo, disfarçada ou não. A Fonft não cederá ao mal.

Mais filmes pela Fonft (no Youtube | no Vimeo)

Sua assinatura de e-mail é uma das mais interessantes que já vi:

O. Rocha
Chairman, Chief Executive Officer
Fonft Holding Inc
http://www.fonft.com
http://vimeo.com/fonft (HiDef)

“Não se deixe levar pelo obscurantismo”, dizia ele. por Claudio Shikida

Editado: o risco de estragar a surpresa é menor do que a possibilidade de o que ele me falou inspirar alguém e assim isso se tornar possível… Se alguém quiser ver a conversa integralmente, pode me enviar um e-mail.

(2) Já estou com idéias para um especial de natal para fazer no fim do ano, baseado na enquete do amigo Porco Capitalista na comunidade Economia Brasileira. Papai noel faria um pronunciamento e diria que daria presentes de graça a todas as crianças do Brasil. Cupins fariam de tudo para detê-lo, impedindo o ingresso dos presentes para preservar empregos nos fabricantes nacionais ou pedindo contra-partidas, como a obrigação da importação, por parte da República do Pólo Norte, de produtos brasileiros. Idéias? Vai estar pelo Rio em outubro, novembro, visitando aquelas tias que moram em Copacabana?

The ‘buy local’ fallacy

You should not eat or buy local. You should eat or buy wherever you want and that’s it.

Buying local may even be the worst thing to do for your hometown.

For example, food chains are very expensive here were I live (many - most? maybe - people here even see McDonald’s with glamour in here, believe me or not). So I only go to Subway (one of my favorite restaurant) like twice a week (it’s like twice the price of Subway there in the States)… Then I prefer to save and just go to some local deli and the like… But I never think about buying local. Why? Because it doesn’t make sense. Globalization is a very good thing for the world because give us options, why the heck would I not like it?

The real problem is there are a lot of people against it because they always think with the local close-minded producer mentality, when they really shoul think just as consumer. Even because while we produce two or three things during our entire lives, we consume millions or billions or trillions…

Well, I’m not going to say much. I just would enjoy if you see the following:

Reason.tv: Is Your iPod Unpatriotic?—Why America shouldn’t “Buy American”
Don’t buy local
The Food Miles Mistake

This post was originally a response to McDonaldization of America, but as I couldn’t post it on there (some error on the server side) I decided to post here and hope it is tracked back.

Recife: Estado planejando central dando uma geral

Onteontem eu estava indo ao médico quando notei um vazio em o que uma vez foi um dos melhores lugares da cidade. E um bando de vermes em volta.

Pois é, até a madrugada dessa segunda-feira tinha um bar aqui no Recife famoso por ser um lugar bem underground, bem simples mesmo, que fica perto de uma ponte e era algo que fazia a região onde ele fica ser bem mais segura, dada a aglomeração de pessoas.

Pelas próprias características do bar (underground de verdade), ele tinha uma fama não-real de ser point de maconheiros e tudo mais (e como se isso tivesse algo de relevante), quando na verdade era frequentado por classe média alta e tal, sendo um lugar muito tranquilo, sem brigas, etc… Os seus frequentadores, de brincadeira, alimentavam essa lenda, por exemplo, dizendo que lá mulher se sentasse no sofá engravidava de quatro, etc, etc… O único “erro” (na verdade, o sucesso) do bar era ser um sucesso, seu cenário underground (explicando: aparência feia, de velho, acabado, iluminação tosca, simples, etc) fazia o sucesso com a sua clientela, num claro contraste de pobreza e riqueza material. Era reconhecido pela sua qualidade por diversos jornais da cidade, tendo um público ávido e passagem de vários músicos famosos. Inclusive ele foi eleito em 2006 pela Revista Veja como tendo o melhor fim de noite da cidade 2007/2008… Algo fora do comum para algo com construção que remete as favelas do Rio.

Pois é, acontece que ele ficava perto de uma ponte, construído sem o consentimento dos sequestradores parasitas públicos… Funcionava a 20 anos, e seus únicos problemas eram as eventuais investidas, como uma a pouco tempo que fiquei sabendo, onde a Polícia Civil, a Polícia Militar e a Polícia Federal invadiram e passaram as mãos em seus frequentadores a fim de achar entorpecentes, tendo na ocasião (assim como em muitas, ou todas, outras) voltado de mãos vazias, pois foram atrás de uma lenda.

Ali também ficava a muitos anos, talvez décadas, uma floricultura e uma lanchonete, a última frequentada principalmente pelas pessoas menos favorecidas do nobre bairro das Graças.

Também ficava uma pequena palharia, que reformava móveis dos moradores da região, incluindo os que foram destruídos pela desrespeituosa demolição feita pelos criminosos inescrupulosos do Estado. Funcionava ali a pelo menos 30 anos, com o mesmo dono a 20.

Vez ou outra eles sofriam ameaças de que teriam seus negócios, ou melhor, suas vidas, destruídas em alguma data no futuro. Assim ocorreu, provavelmente horas ou até mesmo minutos após o último cliente sair do bar, o Estado chegou surpreendendo os estabelecimentos com seu maquinário trabalhando em nome da destruição, sob o pretexto de liberar uma rua ao lado que estava sendo bloqueada (por pelo menos 20, 30 anos, isso convenientemente se esquecendo de que ali era mato fechado, assim como ainda é a parte ao lado, mais perto da margem do rio). Devidamente acompanhado de capangas da Guarda Municipal (que claramente a única coisa que estava guardando era a desonestidade) e a Polícia Militar, para impedir qualquer tentativa de impedir o desejo do planejamento central, usando o socialista nome de ‘controle urbano’.

Se não bastasse, ontem o Estado decidiu aprontar novamente. Dessa vez demoliram pelo menos de 67 moradias que – curiosamente – teriam todos sido erguidos em no máximo 15 dias, de acordo com a Prefeitura. Batendo a porta dos barracos às 5 horas da manhã para que saissem e tirassem o que pudesse. Entre outras coisas, ainda estão impondo os comerciantes da já nem um pouco admirada orla a fazerem cursos e seguirem padrões em seu estabelecimento, em nome de uma igualdade visual.

Por falar em visual, Kassab deve ter inspirado os novos ditadores da região. Aqui também estará entrando em vigor a partir de amanhã, quinta-feira, regras que limitarão extraordinariamente a tal da “poluição visual”. Impedindo, por força de lei, uma eventual Time Square na capital pernambucana. Ou seja, nos protegendo desse maldito consumismo. Amanhã apenas 700 anúncios promocionais serão permitio no município. Um claro avanço… Rumo ao socialismo.

Fontes
Prefeitura do Recife avalia demolição de imóveis no Pina e nas Graças
Protesto em Brasília Teimosa acaba, mas moradores continuam revoltados

Bandidos invejosos vagabundos parasitas públicos destróem Garagem

Eu estou indo apressado para um médico hoje de tarde e com o que me deparo? O Bar Garagem ao chão, com algumas viaturas de canalhas por perto e o trânsito meio conturbado. Fico sem saber o que aconteceu, triste por lá ter sido um ótimo lugar para se divertir de madrugada, onde as pessoas se reuniam na volta de lugares como Recife Antigo ou boates da cidade…

Chego em casa, vou procurar saber o que houve. Pois é, os bandidos do Estado, comandados pelo sem-vergonha nazi-petista João da Costa decidiram dar um fim a esse estabelecimento e mais outros honestos estabelecimentos que vigiam à margem da criminalidade dos impostos e outras formas de roubo, sob a desculpa sem justificativa de que tais estabelecimentos estariam bloqueando acesso a uma rua.

Uma pena que isso não vai ser suficiente para que acabem os imbecis que defendem tal canalha, dizendo que o Estado é necessário para proteger a propriedade privada. Grande defesa, podemos ver…

Agora vários indivíduos honestos humildes perderam tudo o que tinham por causa de mais uma ganguezinha de merdas invejosos.

Na íntegra (com os nomes corretos devidamente colocados), vai uma matéria de um jornal local…
Famoso bar Garagem: destruído por bandidos
Justificativa da Gangue é um processo administrativo contra donos dos imóveis no bairro das Graças
Um processo administrativo da quadrilha estatal contra donos de imóveis provocou a destruição de cinco estabelecimentos localizados à beira da Ponte da Torre, no bairro das Graças. Foram destruídos o bar Garagem, uma lanchonete, uma tapeçaria, uma pequena fábrica de estofados e uma floricultura.
A ação foi executada por vagabundos da Dircon, ladrões da Guarda Municipal e da Ditadura Militar. De acordo com a Gangue do Recife, existia um processo administrativo aberto contra os donos dos imóveis deste 2006 porque as construções bloqueavam uma rua que existe na área.
A Quadrilha também informou que os estabelecimentos honestos não eram tão roubados para funcionar sem serem destruídos. Os injustiçados proprietários não esperavam a ação criminosa e disseram que aguardavam uma decisão dos Sequestradores sobre a situação dos imóveis. Eles pediam para não serem roubados – ou seja, queriam ter algum direito à posse da área por estarem no local há muito tempo.

Fonte: Bar Garagem e quatro imóveis vizinhos são demolidos pela Dircon