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Embusteiros da vida

Época de renovar inevitavelmente o status quo de centenas de anos de atraso. É a hora dos políticos atuais alimentarem os brasileirinhos novamente com promessas, depois de terem os explorados por quatro anos. E de novos candidatos a parasitas públicos (esses parasitas, por eleição) prometerem novos milagres velhos.

Gravelings: os políticos brasileirosPolíticos brasileiros atrás de novas vítimas

Uns deles preferem denunciar os males que o neoliberalismo (sic) causou ao país em 500 anos de história. Outros, anunciar programas de governo populista. Outros, se vestem de bons altruístas. Em comum os embusteiros têm o parasitismo público como objetivo de vida. E para alcançar, nada é poupado: nem a vida, a alheia.

Alguns se dizem sensibilizados com tantos morrendo em fila de espera por transplante de órgãos ou ainda pelo baixo estoque nos bancos de sangue, inviabilizando procedimentos cirúrgicos na data marcada, quando não fazendo a Dona Morte buscar bem mais cedo pessoas quase saudáveis.

E aí se metem a fazer propagandas pró-doação de órgàos, tecidos e sangue. Muito convenientemente, pertinho de quando vai precisar de uma mãozinha dos animais estatizados para se fixar por mais quatro anos no parasitismo público.

Isso seria mero detalhe, vindo de nossos embusteiros do altruísmo. Se não fossem eles mesmos os responsáveis pela priorização da escassez de tais bens, ao fatalmente restringir o livre comércio dos mesmos.

Como populistas que são alegam que os pobres não teriam vez se órgãos pudessem ser vendidos, que esquadrões da morte passariam a agir, que pessoas cometeriam suicídio e assassinatos de parentes para auxiliar a família. Além de apelarem para os mais variados sentimentos que condenam um mercado desses.

E com isso são aplaudidos pela platéia de seus currais eleitorais. Eles não se importam se isso constituí uma agressão à propriedade privada mais importante que um ser humano pode ter: o próprio corpo.

Nada de se espantar em um país onde a propriedade privada é vista como um roubo, a não ser as de visionários como o Lulinha da Silva, trabalhador de zoólogico que ficou milionário da noite para o dia com negócios obscuros, mas que ninguém questiona. Afinal, vivemos em um país onde toda propriedade privada é vista como passível de violação sem questionamentos em nome de coisas folclóricas como uma tal segurança nacional por qualquer agente estatal. Na verdade, nesse país há um amor incrível por autoritarismo. E de preferência, sem mandato.

Enquanto isso vemos pessoas morrendo ou tendo a saúde deteriorada diariamente por falta de órgãos, tecido ou sangue para suprir suas necessidades fisiológicas; pessoas morrendo nas mãos de traficantes de órgãos inescrupolosos ou que não possuem condições para atender a pessoa devidamente e por aí vai. Enquanto isso, órgãos bons continuam sendo enterrados. Nada mal para uma sociedade onde o Estado é dono das pessoas e protege até assassinos de quem sequer nasceu.

Para quem questiona a validade de se vender órgãos, tecidos e sangue humano eu pergunto: quem você prefere que seja dono do seu próprio corpo? Você ou o Estado? Qual a próxima, transformar em obrigatória a doação (sic) involuntária de órgãos?

Quer dizer que, em nome de um sobrenatural coletivo, é melhor que uma família tenha que custear o enterro de um ente quando poderia evitar pelo menos isso, através da venda de algum órgão? Ah, sem falar no indivíduo que outrora poderia continuar vivo, agora vai morrer pela falta do mesmo. Ou continuar a existir, mas não a viver no sentido mais interessante da palavra, tendo que se submeter a horas e horas de hemodiálise toda semana, com a vida por um fio.

Enquanto isso, parasitas estatais vivem felizes e tranqüilos, pois podem comprar sem dificuldades uma posição na fila de transplante no mercado negro e continuarem a receber mais votos com o populismo da morte.

Banana vira pãozinho, mas e o cacho?

Decreto do governador José Serra determina que fruta seja vendida apenas por quilo.
Quem desobedecer a lei terá de pagar multa que varia de R$ 297,60 a R$ 297.600.

Quem vender banana por dúzia em São Paulo será um fora-da-lei de agora em diante. Uma lei sancionada pelo governador José Serra muda o jeito como o paulista vai comprar a fruta. Pelo texto, os comerciantes ficam obrigados a vender a banana por quilo e não mais por dúzia. Quem desobedecer a nova regra pode pagar multa que varia de R$ 297,60 a R$ 297.600.

A lei, de número 13.174, sancionada no dia 23, ainda precisa ser regulamentada pelo governo de São Paulo. Ainda falta, por exemplo, determinar quem vai fiscalizar a venda da banana em mercados e feiras. Pelo texto sancionado, o valor da lei vai variar conforme as condições econômicas do vendedor, a gravidade da transgressão, a quantidade do produto vendido ou reincidência.

Segundo o autor da lei, o deputado Samuel Moreira (PSDB), a mudança atende a uma reivindicação dos produtores da fruta do Vale do Ribeira, região que concentra a maior produção de banana no estado. Os produtores dizem que perdem cerca de R$ 90 milhões, pois vendem a fruta em caixas com capacidade para até 33 quilos da fruta, mas recebem por 20 quilos.

Fonte: SP proíbe a venda de banana por dúzia

Freud explica?

E o cacho? O consumidor vai ter o “direito” de não comprar?

Mais uma que os vagabundos socialistas inventam para atrasar esse país.