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Bandidos invejosos vagabundos parasitas públicos destróem Garagem

Eu estou indo apressado para um médico hoje de tarde e com o que me deparo? O Bar Garagem ao chão, com algumas viaturas de canalhas por perto e o trânsito meio conturbado. Fico sem saber o que aconteceu, triste por lá ter sido um ótimo lugar para se divertir de madrugada, onde as pessoas se reuniam na volta de lugares como Recife Antigo ou boates da cidade…

Chego em casa, vou procurar saber o que houve. Pois é, os bandidos do Estado, comandados pelo sem-vergonha nazi-petista João da Costa decidiram dar um fim a esse estabelecimento e mais outros honestos estabelecimentos que vigiam à margem da criminalidade dos impostos e outras formas de roubo, sob a desculpa sem justificativa de que tais estabelecimentos estariam bloqueando acesso a uma rua.

Uma pena que isso não vai ser suficiente para que acabem os imbecis que defendem tal canalha, dizendo que o Estado é necessário para proteger a propriedade privada. Grande defesa, podemos ver…

Agora vários indivíduos honestos humildes perderam tudo o que tinham por causa de mais uma ganguezinha de merdas invejosos.

Na íntegra (com os nomes corretos devidamente colocados), vai uma matéria de um jornal local…
Famoso bar Garagem: destruído por bandidos
Justificativa da Gangue é um processo administrativo contra donos dos imóveis no bairro das Graças
Um processo administrativo da quadrilha estatal contra donos de imóveis provocou a destruição de cinco estabelecimentos localizados à beira da Ponte da Torre, no bairro das Graças. Foram destruídos o bar Garagem, uma lanchonete, uma tapeçaria, uma pequena fábrica de estofados e uma floricultura.
A ação foi executada por vagabundos da Dircon, ladrões da Guarda Municipal e da Ditadura Militar. De acordo com a Gangue do Recife, existia um processo administrativo aberto contra os donos dos imóveis deste 2006 porque as construções bloqueavam uma rua que existe na área.
A Quadrilha também informou que os estabelecimentos honestos não eram tão roubados para funcionar sem serem destruídos. Os injustiçados proprietários não esperavam a ação criminosa e disseram que aguardavam uma decisão dos Sequestradores sobre a situação dos imóveis. Eles pediam para não serem roubados – ou seja, queriam ter algum direito à posse da área por estarem no local há muito tempo.

Fonte: Bar Garagem e quatro imóveis vizinhos são demolidos pela Dircon

Embusteiros da vida

Época de renovar inevitavelmente o status quo de centenas de anos de atraso. É a hora dos políticos atuais alimentarem os brasileirinhos novamente com promessas, depois de terem os explorados por quatro anos. E de novos candidatos a parasitas públicos (esses parasitas, por eleição) prometerem novos milagres velhos.

Gravelings: os políticos brasileirosPolíticos brasileiros atrás de novas vítimas

Uns deles preferem denunciar os males que o neoliberalismo (sic) causou ao país em 500 anos de história. Outros, anunciar programas de governo populista. Outros, se vestem de bons altruístas. Em comum os embusteiros têm o parasitismo público como objetivo de vida. E para alcançar, nada é poupado: nem a vida, a alheia.

Alguns se dizem sensibilizados com tantos morrendo em fila de espera por transplante de órgãos ou ainda pelo baixo estoque nos bancos de sangue, inviabilizando procedimentos cirúrgicos na data marcada, quando não fazendo a Dona Morte buscar bem mais cedo pessoas quase saudáveis.

E aí se metem a fazer propagandas pró-doação de órgàos, tecidos e sangue. Muito convenientemente, pertinho de quando vai precisar de uma mãozinha dos animais estatizados para se fixar por mais quatro anos no parasitismo público.

Isso seria mero detalhe, vindo de nossos embusteiros do altruísmo. Se não fossem eles mesmos os responsáveis pela priorização da escassez de tais bens, ao fatalmente restringir o livre comércio dos mesmos.

Como populistas que são alegam que os pobres não teriam vez se órgãos pudessem ser vendidos, que esquadrões da morte passariam a agir, que pessoas cometeriam suicídio e assassinatos de parentes para auxiliar a família. Além de apelarem para os mais variados sentimentos que condenam um mercado desses.

E com isso são aplaudidos pela platéia de seus currais eleitorais. Eles não se importam se isso constituí uma agressão à propriedade privada mais importante que um ser humano pode ter: o próprio corpo.

Nada de se espantar em um país onde a propriedade privada é vista como um roubo, a não ser as de visionários como o Lulinha da Silva, trabalhador de zoólogico que ficou milionário da noite para o dia com negócios obscuros, mas que ninguém questiona. Afinal, vivemos em um país onde toda propriedade privada é vista como passível de violação sem questionamentos em nome de coisas folclóricas como uma tal segurança nacional por qualquer agente estatal. Na verdade, nesse país há um amor incrível por autoritarismo. E de preferência, sem mandato.

Enquanto isso vemos pessoas morrendo ou tendo a saúde deteriorada diariamente por falta de órgãos, tecido ou sangue para suprir suas necessidades fisiológicas; pessoas morrendo nas mãos de traficantes de órgãos inescrupolosos ou que não possuem condições para atender a pessoa devidamente e por aí vai. Enquanto isso, órgãos bons continuam sendo enterrados. Nada mal para uma sociedade onde o Estado é dono das pessoas e protege até assassinos de quem sequer nasceu.

Para quem questiona a validade de se vender órgãos, tecidos e sangue humano eu pergunto: quem você prefere que seja dono do seu próprio corpo? Você ou o Estado? Qual a próxima, transformar em obrigatória a doação (sic) involuntária de órgãos?

Quer dizer que, em nome de um sobrenatural coletivo, é melhor que uma família tenha que custear o enterro de um ente quando poderia evitar pelo menos isso, através da venda de algum órgão? Ah, sem falar no indivíduo que outrora poderia continuar vivo, agora vai morrer pela falta do mesmo. Ou continuar a existir, mas não a viver no sentido mais interessante da palavra, tendo que se submeter a horas e horas de hemodiálise toda semana, com a vida por um fio.

Enquanto isso, parasitas estatais vivem felizes e tranqüilos, pois podem comprar sem dificuldades uma posição na fila de transplante no mercado negro e continuarem a receber mais votos com o populismo da morte.

Imposto é coisa de comunista

O que dizer de um assaltante? É ético alguém tirar algo de alguém por que essa pessoa tem muito ou porque alguns acham que as pessoas têm o dever de contribuir com a sociedade como obrigação?

Não? Então como diabos pode o Estado ter o fictício direito de nos roubar? Ele não tem. Imposto nada mais é do que uma das formas mais usadas de se fazer comunismo, ou seja: de roubar. Tirar o que é de alguém à força, de forma anti-ética.

Impostos não respeitam o Princípio da Não Agressão, logo são injustos. Uma ação é ou não é justa em sua própria natureza, não são suas conseqüências que determinam a justiça.

Ah, mas coisa de comunista? Por quê? Porque defender imposto é defender o comunismo, pelo menos no que tange ao roubo do dinheiro alheio ou mesmo próprio.